As declarações do cientista James Watson tiveram ampla cobertura mediática. Recordo que este cientista, vencedor do Nobel da Medicina, fez declarações de índole racista dizendo qualquer coisa como o tamanho da inteligência dos pretos não é igual ao dos brancos. Se fosse só a inteligência...
Mas a polémica não é de hoje. Os factos demonstram que este galardoado com o Nobel já há muito revela não estar na posse total das suas faculdades. São conhecidas as suas posições relativamente ao problema das bases de dados genéticas, e são igualmente conhecidas as suas gabarolices mariálvicas.
Na altura em que estes factos foram conhecidos ninguém pareceu chocado com as posições e revelações de Watson. Daí que pareça agora estranho o facto de o delírio de Watson ter passado subitamente a ser considerado chocante...
Escolha feliz, sem dúvida, a deste cavalheiro para presidente do conselho científico da Fundação Champalimaud...
Realmente o grande cientista perdeu a razão. É só um pequeno passo a partir das suas ideias sobre racismo e eugenesia até os "experimentos" do nazi Mengele nos campos de concentração na Segunda Guerra Mundial...
ResponderEliminarA eugenesia já tinha sido experimentada na Suécia e na Noruega antes de Mengele, países onde, nos anos vinte do século passado, existiam leis para eliminar os "menos perfeitos" da sociedade. Espera-se, agora, que a Dona Leonor Beleza saiba tirar as ilações necessárias e peça ao homem para sair com dignidade. Não por ela, mas pelo nome de uma Fundação à qual está ligado o nome de Portugal.
ResponderEliminarMas ele nem creio que desdenhe dar esse passo...
ResponderEliminarNós cá é que temos logo uns parolos a quererem mostrar que são "avançados". Ora toma lá com o avanço...
Diz que há um filme no DOC Lisboa em que um gajo se apaixona por um cavalo e, depois, envolve-se sexualmente com ele. Vocês aqui neste blog que gostam tanto de cinema e destas coisas, o que é que acham? Não é do DOC ou de Lisboa, mas de um gajo andar a comer um cavalo?
ResponderEliminarSe quiserem mais informações vão ao blog 31 da Armada.
Não é a primeira vez que um homem se apaixona por um cavalo. Desde que a paixão seja recíproca, devemos respeitá-la. E ver muitos filmes no Doc Lisboa, claro!
ResponderEliminarEu, por acaso, também não tenho nada contra, desde que haja reciprocidade amorosa. Porém, no filme a opinião do cavalo em relação a isso não é explicita, mas a forma como beija seu amado dá-o a entender.
ResponderEliminarCaramba, já nos velhos filmes westerns do Jonh Wayne e outros, normalmente o cowboy bom acabava sempre por casar com o cavalo. Portanto, já a coisa vem daí...
Também no "Padrinho I" há um gajo que acorda na cama com um cavalo, embora aqui numa versão mais soft: é apenas a cabeça do dito, mas parece (pela embocadura) ainda poder fazer qualquer coisita...
E sempre ouvi dizer que " a cavalo dado não se olha o dente".
Viva o DOC Lisboa e a Teresa Strindberg (ainda será parente do dramaturgo?)
Um gajo que gosta de um cavalo (não é égua, é cavalo) é um homosexual?
ResponderEliminarNão, é camelo! E assim se prova que os comentários são moderados, mas os comentaristas primam pela falta de moderação...
ResponderEliminarO homem só perguntou, carago. Mas pronto...
ResponderEliminarA minha pergunta, tem, de facto, razão de ser. O filme do DOC Lisboa, sobre o qual vocês levantaram polémica aqui no blog, deixa, parece-me, essa questão no ar. Eu vi o filme e assim entendi. Vocês viram?
ResponderEliminarO assunto não tem, como se pode facilmente constatar, nada a ver com o tema do post, nem nós aqui, que se saiba, "levantámos polémica" sobre o que quer que seja. Ponto final aos "anónimos".
ResponderEliminarQuanto ao tema propriamente dito, soube-se hoje que o dr. Watson foi despedido da instituição onde exercia funções. Aguarda-se com expectativa a posição que a Fundação Champalimaud vai tomar sobre o assunto.
Elementar, meu caro...