Lê-se e não se acredita.
Ricardo Sá Fernandes (advogado) foi condenado a pagar 13.000 euros a Domingos Névoa (empresário) por ter chamado corruptor ao presidente da Bragaparques.
Névoa, que tentou corromper o irmão de Sá Fernandes, a troco de dezenas de milhares de euros (está gravado), teve de pagar pelo seu crime 5.000 euros. Grande negócio.
Digam lá se isto não dá vontade de rir?
Será que Névoa conseguiu corromper o juíz!?
ResponderEliminarRini,
ResponderEliminarO Névoa fez uma oferta ao juiz que este não pôde recusar...
Corleone rules :)
ResponderEliminarA expressão é feliz, e pode ser lida de duas maneiras. Se o "Corlenoe rules", há que abater o Corleone. Se são as "Coreleone rules", então há que mudar as rules!
ResponderEliminarTenho aliás pensado neste escândalo e acho ainda mais escandaloso que nada seja feito.
Não nutro uma simpatia especial pelo Sá Fernandes, devo confessar, mas em todo este processo ele representa os "bons" e o outro representa os "maus". Não há dúvida. Ver os "maus" ganharem sem resposta parece-me injusto e perigoso.
Acho que algo devia ser feito para demonstrar justamente que o "crime não compensa".
Tem de haver uma qualquer iniciativa de cidadãos que não deixe que este processo fique por aqui.
Eu propunha que se fizesse uma colecta e que os tais 13.000 euros fossem pagos ao sr. Névoa em cerimónia pública por todos os que contribuirem para isso.
Uma cerimónia pública e simbólica.
Não nos podemos escandalizar com isto e deixar que o Sá Fernandes assuma totalmente o prejuizo. Devia ser um enorme movimento de cidadãos que depois estaria legitimado para acabar com o Corleone e as suas "rules". Acho que o Névoa devia a seguir mudar de país... Os Névoas todos! Já se percebeu que com PJs, PGRs e quejandos não vamos lá e tudo isto mete nojo! Nojo mesmo!!!!
Por mim, não passo de um artista teso, mas tentarei contribuir com o que puder.
Eu, não sendo artista, também estou teso, mas posso contibuir simbolicamente para o acto. Resta acrescentar que a decisão tem apelo em tribunal...
ResponderEliminarO escritor José Rentes de Carvalho no seu blogue http://www.tempocontado.blogspot.com/, post 26 de Março, propõe um terramoto em Lisboa como solução radical para acabar com "a maioria dos pulhas, trafulhas e traficantes que saqueiam Portugal", mas vivendo eu em Lisboa e ele entre Amsterdam e Estevais de Mogadouro (Trás-os-Montes) não posso concordar...
ResponderEliminarEu prefiro uma implosão. Destrói aquilo que é preciso destruir, mas de forma controlada. É uma limpeza. O terramoto favorece o saque pós-sismo e há sempre o perigo das réplicas...
ResponderEliminarNão podia estar mais de acordo com o Rentes. Há coisas que desesperam o mais tranquilo dos transmontanos...
ResponderEliminarPropus num mail ao Rentes uma alternativa: um terramoto lá mais para a zona dele, por exemplo numa estãncia de luxo. Para aliciar o Polvo português até lá: um megajantar de três dias com meninas ilegais a discrição, promovido pelas Mães de Bragança, "uma oferta irrecusável".
ResponderEliminarRecebi logo um mail de volta: "Não vai haver terramoto. O Senhor já gastou a verba para Portugal"...
Resta-nos então recorrer a um "sindicato" FMI/UE para desbloquear as verbas.
ResponderEliminarEu sei que estas instituições tem verbas para grandes eventos...
Contudo continuo a insistir na implosão...