
Mais à frente na reportagem, uma mulher que foi testemunha da operação que levou à prisão deste criminoso é entrevistada. Diz que estava junto ao banco quando o viu passar. Achou estranha a barba do homem. Procurava, justamente, alertar a polícia quando, de repente, começou a operação de captura de "El Solitário." Chegaram uns carros com uns homens que levavam "armas de cano grosso," descrevia a mulher, e caíram em cima do barbudo. Ela ficou com medo porque pensava que se trataria de um assalto e que estes homens é que seriam os assaltantes.
Estranhos tempos estes. À mulher de César, reza o rifão, não basta ser séria. Tem de parecer séria. Ou... será ao contrário?
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