
Na AR, entretanto, decorria a sessão anual de comemoração desta data. Ouvi com atenção as intervenções dos deputados mais jovens e confesso que fiquei comovido com elas. Não foi para ouvir as suas queixas, em muitos casos totalmente legítimas, que o 25 de Abril se fez. Há 34 anos todos ansiávamos por criar condições diferentes para os nossos filhos. É triste e duro ouvir algumas das suas críticas sobre a precariedade, a falta de horizontes, o espartilho desta democracia.
Em todo o caso, cabe-lhes a eles fazerem a sua revolução. Que curiosamente continua, apesar de todos estes anos passados, a ser ainda a minha revolução...
O pior que eles poderão fazer é ficar pela crítica e esperar milagres.
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