O inenarrável Madail está em Madrid a tentar convencer Mourinho a aceitar uma missão impossível: salvar a selecção de uma eliminação anunciada. À hora a que escrevemos não são conhecidas as "démarches" do presidente "vitalício" da FPF, mas, dado o seu histórico na matéria ("fugas para a frente" após todos os fiascos da selecção, desde a Coreia de 2002 até à África do Sul, em 2010) não nos admirávamos nada que conseguisse os seus intentos. Resta saber se o Real Madrid aceitaria ficar com um treinador em "part-time" o qual, caso aceitasse a "maçã envenenada" de Madaíl, corria o risco de perder em duas frentes: no clube que lhe paga para ser campeão e numa selecção sem futuro. Quem não terá nada a perder, será sempre o presidente da federação que, deste modo, deve recandidatar-se a um novo mandato e permanecer no cargo "ad eternum", quem sabe até ao campeonato do Mundo de 2018 que poderá ser disputado em Portugal...
Só mesmo um verdadeiro "sobrevivente" poderia continuar a acreditar em D. Sebastião. Digam lá se o homem não pensa no seu futuro?