
E, de repente, acontece poesia.
Je vois la vie en rose, deve estar a cantar Hengameh, a mulher cujo marido foi condenado a dar-lhe 124 mil rosas! A setença foi ditada por um tribunal iraniano a Shahin, um homem avarento que não cumpriu a sua palavra relativamente ao dote prometido à mulher.
Shahin terá agora de desembolsar o equivalente a 163 mil euros em rosas se não quiser ir parar à cadeia.
A poesia já esteve na rua em 74, como observou Vieira da Silva. Agora foi visitar a Justiça. No Irão.
5 comentários:
Alah U Akba (deve ter ela pensado)
Esta está boa! Sobretudo, para quem simpatiza com o Irão, como eu. Já agora, uma pequena correcção: aquilo que o Rui Mota escreveu não quer dizer rigorosamente nada, pois a expressão correcta é Allāhu Akbar ou, na lingua original, الله أَكْبَر.
De nada.
الله أكبر...
Obrigado pela correcção. Limitei-me a reproduzir a fonética...
Tal como a língua portuguesa, a fonética árabe é muito traiçoeira...Alá esteja convosco!
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